Nesta terça-feira, 02 de abril é celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo e o início do Abril Azul — mês de luta pelos que vivem com o transtorno.
Mesmo com o esforço pela causa, as barreiras enfrentadas por pacientes e familiares ainda são grandes. A maior delas, segundo especialistas, é o preconceito.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem 38,5 milhões de crianças de 0 a 13 anos. Dessas, cerca de 241 mil seriam autistas.
O professor, doutor em educação e especialista em autismo, Eugênio Cunha esclarece que "É mito falar que o autismo é uma doença. É um transtorno. Também é falso dizer que o autista não tem afetividade e que não gosta de pessoas". Além disso, o professor frisa que o autismo pode melhorar ao longo da vida e do tratamento. "Ele aprende independentemente do nível do comprometimento. A questão é como ensinar. Ele tem empatia e suas próprias dimensões afetivas, mas a sociedade tem que entender essa maneira de se expressar que o autista tem”.
Neste dia houve mobilização na Praça Pedro Lélis da Rocha com os autistas e suas famílias, sendo que esta manifestação chegou até nossa escola com a ajuda da Renata Gross Cardoso e Tiago Mascarelo que são pais do educando Taylor Gross Cardoso Mascarelo do 1º ano da professora Marlei e auxiliar Riceli e portador do Transtorno do Espectro Autista.
Vemos a necessidade de juntos olharmos com carinho para todos os educandos e respeitá-los como seres individuais com características próprias e cidadão de direito.
"Quando você se envolve as peças se encaixam"










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